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O processo de reabilitação

Antes de poder começar o processo de um implante coclear, o paciente deve ser exaustivamente testado quanto à adequação. Se uma pessoa for considerada adequada, a cirurgia pode ser organizada. Um mês após a cirurgia, o paciente pode realizar a adaptação da parte externa da solução, o processador sonoro. As programações do processador sonoro são realizadas em intervalos frequentes para garantir a máxima qualidade do som. A fonoterapia geralmente é também necessária.

Avaliação pré-operatória

A equipe do centro de implante realiza uma avaliação pré-operatória para testar a sua audição e entender as suas motivações. Esta avaliação consiste em diversas avaliações.

Avaliação médica: Serve para determinar a sua saúde geral e o estado dos seus ouvidos. Além de uma IRM, geralmente é necessária uma tomografia computadorizada para determinar a viabilidade da cirurgia e em qual ouvido colocar o implante. O exame de imagem permite que a equipe médica verifique se é possível inserir um feixe de eletrodos na cóclea. Em alguns casos, isso pode permitir que o cirurgião evite as dificuldades cirúrgicas previsíveis.

Avaliação audiométrica: o audiologista executa diversas avaliações e testes audiométricos com o seu aparelho auditivo atual (audiometria tonal e vocal). Isso testará a sua audição e avaliará o grau da perda auditiva, bem como o nível de amplificação fornecida pelo aparelho auditivo. Às vezes, o audiologista pode recomendar um período experimental com um aparelho auditivo mais potente, a fim de avaliar o benefício potencial em relação a um implante coclear.

Avaliação eletrofisiológica: verifica a integridade do nervo auditivo, que transmite as informações para o cérebro. Este teste utiliza estímulo acústico transmitido por meio de fones e coleta a atividade elétrica da via auditiva, gerada pelo estímulo, utilizando eletrodos colocados sobre a superfície da pele.

Relatório de fonoaudiologia: o fonoaudiólogo avalia a sua capacidade em ler os lábios, bem como a sua capacidade de comunicação e compreensão por meio do teste de diferenciação da fala, sem o uso de um aparelho auditivo.

Avaliação psicológica: o psicólogo avalia as suas motivações e as de seus amigos e familiares, bem como a sua disposição em seguir o programa de fonoterapia. O profissional também avaliará as suas expectativas em relação aos resultados.

 


Assim que todos os testes forem realizados, a equipe médica decidirá se você poderá se beneficiar com um implante coclear. A decisão final é tomada em consulta com os possíveis pacientes, ou com a família de uma criança que receberá o implante.

A cirurgia

A cirurgia é necessária para inserir a parte interna do sistema de implante. O cirurgião faz uma pequena incisão atrás da orelha para poder colocar o receptor que contém os circuitos eletrônicos. Em seguida, o feixe de eletrodos é cuidadosamente inserido na cóclea.

A cirurgia de implante é realizada sob anestesia geral e, de um modo geral, dura umas duas horas, embora geralmente requeira hospitalização por alguns dias. A inserção de um implante coclear apresenta os mesmos riscos como qualquer outra cirurgia de ouvido.

Até que o processador de som seja colocado e ativado, os pacientes não conseguirão ouvir. Isso normalmente acontece cerca de um mês depois de deixar o hospital. Este período de tempo é necessário para a recuperação da anestesia, e para permitir que a cicatriz cubra a incisão, o que pode levar várias semanas.

Acompanhamento pós-operatório

Para que o implante seja bem-sucedido, é também necessário ajustar as configurações e a qualidade de som do processador de som, bem como realizar uma sessão de fonoaudialogia para decodificar e interpretar informações de som percebidas.

Adaptação

Durante a primeira sessão de adaptação, o audiologista entrega o processador, a parte externa, e explica como ele funciona. Esta consulta envolve a definição dos níveis de estímulos produzidos por cada um dos eletrodos inseridos na cóclea. Outros parâmetros também são ajustados para otimizar a percepção da informação sonora.

Nos meses após a cirurgia, várias sessões de ajuste serão necessárias para melhorar gradativamente a qualidade da informação sonora. As visitas serão espaçadas ao longo do tempo até que as programações sejam consideradas estáveis e ideais. Com o sucesso obtido, apenas visitas anuais são necessárias.

Fonoaudiologia

Após o implante cirúrgico, os pacientes devem se acostumar com o sinal gerado pelo implante. Mesmo para aqueles que sofreram uma perda súbita da audição, a mensagem fornecida pelo implante é percebida de forma diferente de como elas se lembram de ouvir. O cérebro tem que se acostumar a esse novo estímulo e conseguir interpretá-lo.

Por isso, é essencial iniciar sessões de fonoaudiologia, para facilitar a adaptação.
A duração e o tipo de fonoterapia variam dependendo da causa da perda auditiva e o tempo em que pessoa sofreu de uma perda auditiva.

As sessões de fonoterapia, como as sessões de programação do processador, são realizadas regular e frequentemente após a cirurgia. Depois do primeiro ano, elas são realizadas com menos frequência. O trabalho do fonoaudiólogo varia de acordo com o tipo de perda auditiva, mas ele é baseado em alguns princípios básicos: 

  • Identificação das diversas fontes de som
  • Discriminação entre os ruídos ao redor e a fala
  • Reconhecimento do ritmo e melodia
  • Diferenciação dos elementos fonéticos e reconhecimento da fala
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Como o implante funciona?

O sistema de implante coclear (IC) transforma sons acústicos em estímulos elétricos para o nervo auditivo.

 

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